Fides News - Portuguese (Portugal)http://fides.org/As notícias da Agência Fidespt AMÉRICA/BRASIL - Mais de 2 milhões e meio de menores em situação de trabalho infantilhttp://fides.org/pt/news/61977-AMERICA_BRASIL_Mais_de_2_milhoes_e_meio_de_menores_em_situacao_de_trabalho_infantilhttp://fides.org/pt/news/61977-AMERICA_BRASIL_Mais_de_2_milhoes_e_meio_de_menores_em_situacao_de_trabalho_infantilRio de Janeiro – Segundo uma pesquisa que acaba de ser publicada pela Fundação Abrinq, ong promotora da defesa da infância e da adolescência, em 2015 no Brasil foram registrados dois milhões e 600 mil menores em situação de trabalho infantil entre 5 e 17 anos. O levantamento, intitulado “Cenário da Infância e da Adolescência 2017”, revela também que 5 milhões e 800 mil menores brasileiros entre 0 e 14 anos vivem em condições de extrema pobreza, com uma renda domiciliar per capita inferior a 65 dólares. Segundo a Abrinq, em 2015 houve um aumento de 8.500 crianças trabalhadoras entre 5 e 9 anos de idade em relação ao ano anterior, embora tenha sido registrada uma diminuição de 659 mil crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos. A região Nordeste, a mais pobre do país, e a Sudeste, a mais rica, são aquelas onde foi registrada a máxima concentração de menores em situação de trabalho infantil. O índice de pobreza infantil mais elevado resulta no Nordeste e no Norte do país .<br /> Wed, 22 Mar 2017 23:25:36 +0100AMÉRICA/EL SALVADOR - Rumo ao CAM V 2018: a Cruz missionária chega a El Salvadorhttp://fides.org/pt/news/61976-AMERICA_EL_SALVADOR_Rumo_ao_CAM_V_2018_a_Cruz_missionaria_chega_a_El_Salvadorhttp://fides.org/pt/news/61976-AMERICA_EL_SALVADOR_Rumo_ao_CAM_V_2018_a_Cruz_missionaria_chega_a_El_SalvadorCara Sucia – El Salvador acolheu da Guatemala, justamente na cidade de fronteira de Hachadura, a Cruz missionária e as relíquias da Beata Nazaria Ignacia e do Beato Oscar Romero, que percorrerão o país em preparação ao V Congresso Missionário Americano , que se realizará na Bolívia em 2018. Hoje, 22 de março, os símbolos missionários se encontram na paróquia de São Martinho de Porres em Cara Sucia, diocese de Santa Ana, onde estão previstas atividades de animação missionária e encontros de oração.<br /> Wed, 22 Mar 2017 23:24:49 +0100AMÉRICA/GUATEMALA - Dom Ramazzini: o país depende economicamente das remessas dos trabalhadores nos Estados Unidoshttp://fides.org/pt/news/61974-AMERICA_GUATEMALA_Dom_Ramazzini_o_pais_depende_economicamente_das_remessas_dos_trabalhadores_nos_Estados_Unidoshttp://fides.org/pt/news/61974-AMERICA_GUATEMALA_Dom_Ramazzini_o_pais_depende_economicamente_das_remessas_dos_trabalhadores_nos_Estados_UnidosBerna – O Bispo da diocese de Huehuetenango, na Guatemala, Dom Alvaro Ramazzini Imeri, participou nos dias passados de uma mesa-redonda no Parlamento Europeu, em Bruxelas, que promoveu um estudo sobre o comércio e direitos humanos na América Latina, impulsionado pela CIDSE, rede de 17 agências de desenvolvimento católicas da Europa e da América do Norte. Ontem, Dom Ramazzini Imeri foi até Berna, na Suíça, onde visitou a sede de um grupo de Ongs engajadas na ajuda à Guatemala. <br />Na ocasião, o Bispo declarou que a situação do país centro-americano é sempre mais difícil. Sobre a política do novo presidente dos EUA, Dom Ramazzini Imeri disse: "Se o Senhor Trump fizer aquilo que antecipou sobre a imigração, isso pode ser dramático para a Guatemala. É preciso considerar que, em 2016, as remessas por parte dos migrantes guatemaltecos que trabalham nos Estados Unidos alcançaram mais de 6.400 milhões de dólares. Se o país não faliu é em grande parte graças a essas entradas. Se forem reduzidas, cortadas ou taxadas, as consequências seriam desastrosas. A nossa atual situação social, unida àquela de El Salvador, Honduras e México, poderia antecipar novos focos de guerra civil. Talvez tenha uma visão muito pessimista, mas os sinais atuais não são bons e o fechamento à migração terá consequências inimagináveis".<br />No seu colóquio com swissinfo, o portal de informação suíço, o Bispo evidenciou sinais de esperança: "Como Conferência Episcopal, mantemos a nossa atitude de denúncia e de convite ao diálogo entre todos os setores. Nós nos propomos como pontes de comunicação para encorajar encontros. Estamos presentes para acompanhar o povo, buscando reorientar os que falam de violência. E nos sentimos reforçados e em sintonia com o Papa Francisco". <br /> Wed, 22 Mar 2017 23:24:03 +0100EUROPA/ITÁLIA - XXV Dia dos Missionários Mártires: “Não tenham medo”http://fides.org/pt/news/61973-EUROPA_ITALIA_XXV_Dia_dos_Missionarios_Martires_Nao_tenham_medohttp://fides.org/pt/news/61973-EUROPA_ITALIA_XXV_Dia_dos_Missionarios_Martires_Nao_tenham_medoRoma – “Não tenham medo” é o convite visível em toda teofania e é a frase que repete Jesus Ressuscitado todas as vezes em que aparece a seus discípulos. Um convite que ajuda a enfrentar momentos sombrios, difíceis, de perseguição, sabendo que o Senhor está sempre ao lado de cada um de nós... E devendo imaginar a vida de um mártir momentos antes do próprio martírio, é bom acreditar que esta frase seja a mais ouvida de Jesus, que os acompanha até o extremo de seu testemunho”. É o que escreve Alez Zappalà ilustrando o tema da XXV Jornada de oração e jejum em memória dos Missionários Mártires “Não tenham medo”, que será celebrada em 24 de março. A data foi escolhida pelo Movimento Juvenil das Pontifícias Obras Missionárias italianas recordando que naquele mesmo dia do ano 1980 foi assassinado Dom Oscar Arnulfo Romero, Arcebispo de São Salvador, beatificado em 23 de maio de 2015. A Jornada é celebrada em diversos países do mundo, promovida por dioceses, institutos religiosos e realidades missionárias.<br />Recordando que em 1° de dezembro de 2016 foi o primeiro centenário do martírio do Beato Charles de Foucald, pe. Michele Autuoro, diretor de Missio, sublinha que “a vida doada por tantos nossos irmãos e irmãs, até o martírio, não é mais do que a extrema consequência de quem não optou pela honra, mas pela dedicação total, sem comodidades e segurança e, às custas de qualquer sacrifício, a doar a plenitude de vida de Jesus. Não heróis, mas homens e mulheres cuja vida foi entregue ao Evangelho e que, como Jesus, nos repetem ‘Não tenham medo... somos sempre servos inúteis’. <br />O material para a animação missionária do Dia propõe um gesto de solidariedade, espiritual e material, com a Síria, martirizada por anos de guerra, respondendo assim ao apelo de Dom Marayati, que governa a Arquieparquia de Aleppo, para a reconstrução da Catedral e da escola diocesana Al Imane. Também foi preparado o texto para uma Via Sacra que se inspira na encíclica Laudato si e para uma Vigília de oração em memória dos missionários mártires. São também apresentadas propostas de filmes para um cine fórum sobre o tema. <br /><br /><br/><strong>Link correlati</strong> :<a href="http://www.missioitalia.it http://www.fides.org/it/missionaries#.WNIx3GegsoI">Subsídio para a animação da Jornada Lista dos agentes pastorais mortos em 2016</a>Wed, 22 Mar 2017 21:19:39 +0100EUROPA/ITÁLIA - Dia mundial da água: 1 bilhão de pessoas não têm acesso à água limpahttp://fides.org/pt/news/61975-EUROPA_ITALIA_Dia_mundial_da_agua_1_bilhao_de_pessoas_nao_tem_acesso_a_agua_limpahttp://fides.org/pt/news/61975-EUROPA_ITALIA_Dia_mundial_da_agua_1_bilhao_de_pessoas_nao_tem_acesso_a_agua_limpaRoma – Será o Papa Francisco a lançar o debate global previsto por ocasião do Dia Mundial da Água a ser celebrado hoje, 22 de março. Na conclusão da Audiência Geral, na Praça São Pedro, terá início WATERSHED, o primeiro de uma série de programas e atividades previstas nos próximos 5 anos. Atualmente, em todo o mundo, quase 1 bilhão de pessoas estão sem água segura. Segundo dados do Conselho Mundial da Água , 923 milhões de pessoas não têm acesso a fontes de água potável segura: 319 milhões de habitantes da África Subsaariana , 554 milhões de asiáticos e 50 milhões de sul-americanos . Dentre estas regiões, a Papua Nova Guiné tem a menor disponibilidade . Seguem a Guiné Equatorial , Angola , Chade e Moçambique , a República Democrática do Congo, o Madagascar e o Afeganistão . E ainda, 12% da população mundial não têm acesso a fontes de água limpa e 3,5 milhões de mortes por ano são causadas por enfermidades relacionadas à água.<br />Inundações, tufões, temporais, tempestades, ciclones, penúrias e carestia fazem também da água uma ameaça para milhões de pessoas que sofrem os efeitos extremos das mudanças climáticas. Segundo a Organizações Meteorologias Mundiais representam quase 75% de todos os desastres. <br />São recentes também as devastadoras inundações que atingem o norte do Peru . Além dos eventos climáticos de efeitos catastróficos, a falta e a escassez de água potável e de fontes hídricas para o gado e a agricultura estão provocando uma grave crise alimentar em quatro países já devastados por conflitos armados: Nigéria, Sudão do Sul, Somália e Iêmen, aonde cerca de 20 milhões de pessoas não têm acesso a alimentos e água. Na região somali da Etiópia, milhares de pessoas morrem por não terem nem mesmo um copo de água .<br /> <br /> <br />Wed, 22 Mar 2017 21:17:26 +0100ÁFRICA/RD CONGO - Presidente da CENCO na ONU: “o acordo de São Silvestre é o único caminho para sair da crise”http://fides.org/pt/news/61978-AFRICA_RD_CONGO_Presidente_da_CENCO_na_ONU_o_acordo_de_Sao_Silvestre_e_o_unico_caminho_para_sair_da_crisehttp://fides.org/pt/news/61978-AFRICA_RD_CONGO_Presidente_da_CENCO_na_ONU_o_acordo_de_Sao_Silvestre_e_o_unico_caminho_para_sair_da_criseKinshasa - “A República Democrática do Congo está sem nenhuma instituição legítima. É a primeira vez que isto se verifica em nosso país desde a independência. Portanto, o acordo de 31 de dezembro é o único caminho para sair da crise”, afirmou Dom Marcel Utembi Tapa, Arcebispo de Kisangani e Presidente da Conferência Episcopal da República Democrática do Congo no discurso pronunciado ontem, 21 de março, ao Conselho de Segurança da ONU. <br />O Presidente da CENCO foi convidado a descrever a situação na RDC pelo Presidente do Conselho de Segurança das Nações Unidas. O cancelamento das eleições presidenciais, que se deveriam realizar em dezembro de 2016 gerou uma grave crise política. Os Bispos são chamados a mediar entre a maioria e a oposição. Graças a seus esforços, em 31 de dezembro foi alcançado um acordo que estabelece a persistência no cargo do atual Presidente, Joseph Kabila, e a formação de um governo de unidade nacional, cujo Premiê será designado pela oposição e encarregado de conduzir o país às eleições. <br />No entanto, surgiram dificuldades sobre o modo de concretizar o acordo. “Infelizmente, o acordo específico destinado a assegurar a atuação dos acordos está sendo difícil, sublinhou Dom Utembi Tapa. “Enquanto a população aguarda com impaciência as eleições, o status quo político devido à intransigência dos negociadores sobre certos pontos de persistente divergência e administrado por manobras políticas, pode atrasar indefinidamente a aplicação do acordo de São Silvestre”. Os Bispos anunciaram que no dia 27 de março deve ser concluída a negociação pata a aplicação do entendimento .<br />“A situação da segurança, marcada por confrontos violentos e violações dos direitos humanos, permanece preocupante em grande parte do território nacional” acrescentou o Arcebispo, que concluiu pedindo aos membros que se comprometam com a paz na RDC. <br />Wed, 22 Mar 2017 21:13:22 +0100ÁFRICA/NIGÉRIA - Oito mortos em atentado contra campo de refugiados no nordeste do paíshttp://fides.org/pt/news/61981-AFRICA_NIGERIA_Oito_mortos_em_atentado_contra_campo_de_refugiados_no_nordeste_do_paishttp://fides.org/pt/news/61981-AFRICA_NIGERIA_Oito_mortos_em_atentado_contra_campo_de_refugiados_no_nordeste_do_paisAbuja – Pelo menos oito mortos: é o balanço de um ataque suicida ocorrido na noite de 22 de março em Maiduguri, capital do estado de Borno, nordeste da Nigéria. Segundo as informações preliminares, cinco agressores suicidas explodiram no campo de refugiados de Muna Garage nas redondezas da cidade. <br />O campo hospeda centenas de milhares de deslocados em fuga das violências de Boko Haram, que já cometeu outros atentados suicidas contra a estrutura humanitária. Consequentemente, é provável que este último ataque também tenha sido perpetrado pela seita islâmica, que apesar das severas perdas sofridas, continua a realizar atentados para demonstrar que não foi derrotada. <br />A situação da segurança continua precária também em outras áreas da Nigéria. Em 20 de março, 18 pessoas foram mortas em um mercado na região central de Benue. O Presidente Muhammadu Buhari ordenou um inquérito sobre este massacre e condenou a recente série de assassinatos ocorridos em diversas regiões da Federação. <br />Em sua última declaração pública , os Bispos nigerianos alertaram para “a perda de sacralidade da vida” e sobre “a difusão, em muitas áreas, de milícias étnicas e de sua crescente violência destruidora contra a comunidade”. Os Bispos destacam que “desde o fim da trágica guerra civil , em nenhum momento da história do nosso amado país a questão da cidadania foi alvo de uma crise tão difícil”. <br />Wed, 22 Mar 2017 21:12:34 +0100ÁSIA/LÍBANO - Sínodo da Igreja sírio-ortodoxa suspende a divinis dois de seus bisposhttp://fides.org/pt/news/61980-ASIA_LIBANO_Sinodo_da_Igreja_sirio_ortodoxa_suspende_a_divinis_dois_de_seus_bisposhttp://fides.org/pt/news/61980-ASIA_LIBANO_Sinodo_da_Igreja_sirio_ortodoxa_suspende_a_divinis_dois_de_seus_bisposBeirute - A crise interna que surgiu dentro da Igreja sírio-ortodoxa depois das acusações de “traição da fé” dirigidas por seis metropolitas contra o Patriarca Mor Ignatius Aphrem II, provocou, no momento, a suspensão a divinis de dois Bispos, e para os outros quatro foi proposto subscrever até 30 de abril uma carta de desculpas e arrependimento por suas escolhas feitas no passado, consideradas devastadoras para a comunhão eclesial. As medidas foram tomadas durante a assembleia extraordinária do Sínodo, realizada na residência patriarcal de Atchaneh, no Líbano, de 14 a 16 de março de 2017, e foram lidas nas igrejas sírio-ortodoxas do mundo durante as missas celebradas no domingo, 19 de março. Os dois metropolitas suspensos são Sewerios Ishak Zaka e Eustatius Matta Roham. Este último, conduziu por um tempo a arquieparquia síria de Jazirah e Eufrates. Foi para a Europa no final de 2012 e não retornou mais a seu país dilacerado pela guerra.<br />Antes do Natal de 2013, um comando de homens encapuzados invadiu a sede metropolitana de Qamishli e encenou um ato de rejeição ao Prelado, filmado e divulgado no youtube. Os membros do grupo leram um comunicado em que se apresentavam como porta-voz do “povo cristão” e acusaram o Arcebispo de ter fugido enquanto seu povo era submetido a sofrimentos e ameaças.<br />Os seis Metropolitas que entraram em conflito com o Patriarca divulgaram em 8 de fevereiro uma declaração em que afirmavam que o Primaz da Igreja sírio-ortodoxa não merecia mais o título de «defensor fidei», já que, em sua opinião, tinha semeado dúvidas e suspeitas no coração dos fiéis com declarações e gestos «contrários aos ensinamentos de Jesus Cristo, segundo o seu Santo Evangelho». Entre os gestos apontados contra o Patriarca de “traição da fé” há também o de ter levantado o Alcorão. As acusações dos seis Metropolitas contra o Patriarca provocaram a resposta compacta dos outros 30 Metropolitas e Vigários patriarcais sírio-ortodoxos. Num comunicado, divulgado em 10 de fevereiro, os trinta Bispos definiram como «rebelião contra a Igreja» as acusações dirigidas ao Patriarca de ter se afastado do «dogma cristão ortodoxo». <br /><br />Wed, 22 Mar 2017 18:55:16 +0100ÁSIA/ÍNDIA - Franciscanos: é necessária vontade política para garantir segurança alimentar na Índiahttp://fides.org/pt/news/61979-ASIA_INDIA_Franciscanos_e_necessaria_vontade_politica_para_garantir_seguranca_alimentar_na_Indiahttp://fides.org/pt/news/61979-ASIA_INDIA_Franciscanos_e_necessaria_vontade_politica_para_garantir_seguranca_alimentar_na_IndiaCalcutá - É urgentemente necessário um compromisso comum e vontade política para acabar com a fome e desnutrição na Índia, garantindo a toda população “segurança alimentar” . O governo indiano é chamado a colocar em prática um plano de ação sistemático de aplicação da lei nacional sobre segurança alimentar: é o apelo lançado através da Agência Fides por Pe. Nithiya Sagayam OFM Cap, Coordenador nacional da Associação das Famílias Franciscanas da Índia” .<br />“Apesar do rápido desenvolvimento econômico, um terço dos indianos ainda vivem abaixo da linha de pobreza: a razão é principalmente a falta de vontade política”, disse ele a Fides. Isso foi discutido durante um recente seminário organizado pela Associação das Famílias Franciscanas da Índia , em colaboração com a ONG "Franciscans International", e o Centro Udayani em Calcutá.<br />No seminário, que reuniu 40 delegados e coordenadores de comunidades provenientes de todo o país, emergiu que “existem potencialidades tanto nas pessoas e quanto no próprio governo para pôr fim à pobreza extrema”. Seria suficiente seguir as indicações contidas na “National Food Security Act” de 2013, colocando em prática “um esforço eficaz e mirado nos mecanismos que garantem nutrição e bem-estar às crianças, responsabilizando as mulheres e organizando um sistema de distribuição pública de alimentos”, observa a AFFI.<br />Os franciscanos promovem uma “abordagem holística” que aborda, em sua complexidade, todas as questões e várias dimensões relacionadas com a pobreza e a fome na sociedade indiana, recordando os preconceitos de casta e credo ainda presentes.<br />Os participantes fizeram contato com a Federação Nacional de Ativistas para a Segurança Alimentar, propondo um plano de ação a fim de deter estrategicamente a pobreza extrema e a fome. Como ilustrado por Pe. Jothi, chefe do Centro Udayani, as diretrizes do plano de ação são: para criar uma compreensão mais profunda dos direitos das pessoas que vivem em extrema pobreza e passam fome; organizar uma reunião extraordinária durante a Semana de Ação Alimentar com foco no direito à alimentação através do processo de crescimento da consciência, dar prioridade aos oprimidos e esquecidos como os habitantes das zonas rurais, favelas, migrantes, dalits e tribais. Wed, 22 Mar 2017 18:42:33 +0100ÁSIA/CHINA - Nos passos de São José, viver a vida cristã no silêncio, na humildade e na serenidadehttp://fides.org/pt/news/61972-ASIA_CHINA_Nos_passos_de_Sao_Jose_viver_a_vida_crista_no_silencio_na_humildade_e_na_serenidadehttp://fides.org/pt/news/61972-ASIA_CHINA_Nos_passos_de_Sao_Jose_viver_a_vida_crista_no_silencio_na_humildade_e_na_serenidadePequim – Viver a nossa vida cristã seguindo os passos de São José: como todos os anos, a comunidade católica chinesa continental celebrou uma das mais amadas solenidades do ano litúrgico, a festividade de São José, concentrando-se nas grandes virtudes da obediência, do silêncio, da humildade e da serenidade. <br />Segundo informações recebidas pela Agência Fides, como habitualmente, durante todo o mês de março foi dedicado ao Santo, Padroeiro dos trabalhadores, da missão na China, dos recém-casados e da boa morte. Numerosas igrejas, colégios, congregações religiosas, missões e grupos escolheram São José como padroeiro não apenas para homenageá-lo, mas principalmente para imitar o seu espírito e as suas virtudes, que estão em sintonia com os antigos ensinamentos da cultura e da tradição chinesa. <br />A partir do fato que este ano a festividade coincidiu com o domingo de Quaresma, em vários lugares a festividade foi antecipada para sábado, 18 de março. Uma solene procissão com a estátua de São José abriu as celebrações em honra do Padroeiro na paróquia de Wu Xi. Durante a homilia, o sacerdote convidou todos “a aprender de seu silêncio: a sua aceitação com fé, sua espera na esperança, e a realização da própria missão que lhe foi confiada pelo Senhor com caridade”.<br />Na igreja de Hu He Hao Te, na Mongólia, o aniversário foi comemorado no estilo da estepe: com danças, cantos e uma grande festa no signo de uma grande família.<br />Na província de Hebei, as igrejas dedicadas ao santo são incontáveis. Uma delas, na diocese de Xian Xian, inaugurou a nova igreja e o novo centro pastoral na presença do bispo diocesano, Dom José Li. Os trabalhos na nova igreja iniciaram em 19 de março do ano passado. Hoje, este povoado de 200 fiéis tem um centro pastoral de 968 metros quadrados com salas para pastoral, canônica e centro de espiritualidade.<br />Na província de Jiang Su, a celebração da festa concentrou-se na figura do santo que se tornou o instrumento do Senhor e modelo de fé incondicional. Dom José Xu Hong Gen, Bispo da Diocese de Su Zhou, destacou seu “exemplo de fé que nos recorda que nos tornamos morada do Senhor com o nosso coração, o nosso corpo e nossa vida”. <br />Um grande número de trabalhadores migrantes participou das missas celebradas nas várias dioceses, porque, como mencionado por um dos sacerdotes, “a Igreja é casa de todos, onde eles podem receber acolhimento e respirar oxigênio espiritual, não só nos dias de grandes festas, na festa de seu padroeiro, mas todos os dias do ano”. <br /><br />Wed, 22 Mar 2017 18:02:39 +0100ÁSIA/TIMOR-LESTE - Um novo presidente para estabilidade política e bem-estar econômicohttp://fides.org/pt/news/61971-ASIA_TIMOR_LESTE_Um_novo_presidente_para_estabilidade_politica_e_bem_estar_economicohttp://fides.org/pt/news/61971-ASIA_TIMOR_LESTE_Um_novo_presidente_para_estabilidade_politica_e_bem_estar_economicoDíli - Timor-Leste, nação mais jovem da Ásia, votou ontem para as eleições presidenciais, no primeiro turno eleitoral desde que as tropas de paz da ONU deixaram o país, em 2012. Na república democrática, com cerca de 1,2 milhões de habitantes, 95% católicos, a afluência às urnas foi muito alta . A garantir a cadeira eleitoral, com mais de 57% dos votos, enquanto a apuração contava mais de 90% das cédulas, foi Francisco Guterres, ex-líder guerrilheiro da Frente Revolucionária de Timor-Leste Independente , apoiado neste turno por Xanana Gusmão, herói revolucionário e líder da resistência na luta contra a ocupação indonésia.<br />Na estrutura política timorense, o presidente eleito para o cargo de cinco anos, é uma figura de representação, cujos poderes formais são limitados a direito de veto. Em julho próximo, os eleitores votarão para as eleições parlamentares e elegerão o novo primeiro-ministro.<br />Durante a campanha, Guterres prometeu dar prioridade para a economia, educação, trabalho e desenvolvimento. A economia de Timor-Leste é fortemente dependente do petróleo e gás que representam cerca de 90% das receitas públicas. Mas de acordo com os dados de 2015 da ONU, mais de 50% da população ainda está abaixo da linha de pobreza, enquanto o desemprego supera 20%, e cerca de 50% da população não é alfabetizada.<br />Contatado pela Agência Fides, o missionário jesuíta filipino Pe. Erik John Gerilla, que trabalha há cinco anos em Timor-Leste no serviço social, comenta: “As eleições foram realizadas de forma pacífica e este é um sinal positivo. O presidente teve um amplo apoio. É muito próximo ao povo. Os desafios que a nação enfrenta hoje são os da segurança alimentar, que ainda não existe, salários baixos, e as mudanças climáticas que afetam os agricultores. A população é composta por 75% de jovens com menos de 30 anos: temos de responder às suas necessidades de educação e trabalho. As escolas públicas não garantem grandes qualidades. Existem poucas universidades nesta área, e neste setor as escolas católicas particulares dão uma contribuição valiosa, fornecendo um percurso e um ensino de qualidade”. Para este fim, prossegue, “os jesuítas trabalham na formação de professores no Instituto João de Britto, que tem a função de preparar os professores para níveis superiores, e também para assuntos profissionais e técnicos”. Na construção da nação, de grande maioria católica, “a Igreja tem um papel ativo na contribuição para o crescimento do país, colaborando com as instituições nacionais no campo dos serviços sociais e na reconstrução do sistema educacional”, observa ele.<br />Outro fator importante é “o trabalho de reconciliação, começado anos atrás na sociedade timorense”, através da Comissão para a Verdade e Reconciliação criada depois da violência que marcou a separação da Indonésia, em 1999, e causou mais de 1.400 mortos e 300 deslocados. “A Igreja, com suas articulações, oferece uma contribuição, especialmente no seguir critérios de paz e justiça, e no curar as feridas através do perdão”, concluiu o jesuíta <br /><br />Tue, 21 Mar 2017 04:45:55 +0100ÁSIA/TURQUIA - Divisões internas na comunidade armênia por trás das interferências políticas na eleição do novo Patriarcahttp://fides.org/pt/news/61966-ASIA_TURQUIA_Divisoes_internas_na_comunidade_armenia_por_tras_das_interferencias_politicas_na_eleicao_do_novo_Patriarcahttp://fides.org/pt/news/61966-ASIA_TURQUIA_Divisoes_internas_na_comunidade_armenia_por_tras_das_interferencias_politicas_na_eleicao_do_novo_PatriarcaIstambul - O deputado Garo Paylan, membro armênio do Parlamento turco, apresentou uma interpelação escrita ao ministro do Interior turco, Süleyman Soylu, para pedir esclarecimentos sobre as interferências políticas que estão influenciando a eleição do futuro Patriarca Armênio de Constantinopla, com sede em Istambul. Interferências que na opinião de muitos observadores são alimentadas por divisões internas entre os expoentes influentes do próprio Patriarcado.<br />Os procedimentos para eleger o sucessor de Mesrob II Mutafyan - jovem e impetuoso Patriarca Armênio de Constantinopla, incapacitado por uma doença incurável que o atingiu em 2008 – tinham sido concordados entre os altos representantes do Patriarcado durante um encontro convocado, em Yerevan, na sede patriarcal Echmiadzin pelo Patriarca Karekin II, Catholicos de todos os armênios, em 23 e 24 de fevereiro passado . Este encontro, superando os aparentes conflitos precedentes dentro do Patriarcado de Constantinopla, tinha previsto a eleição de um Locum Tenens e de um Comitê operacional que deveria supervisionar a eleição, no prazo de seis meses, do novo patriarca, “de acordo com os procedimentos vigentes”. <br />Em 15 de agosto passado, seguindo o programa concordado, a Assembleia dos clérigos do Patriarcado elegeu como Locum Tenens o Arcebispo Karekin Bekdjian à frente da diocese armênia apostólica na Alemanha. Mas logo depois desta eleição, o Patriarcado armênio de Constantinopla recebeu uma carta por parte de Aziz Merjan, vice-governador do governatorato de Istambul, que definia “legalmente inadmissível” o processo eleitoral já iniciado. <br />O protesto do parlamentar Paylan questiona quais sejam as motivações deste ato de interferência política, considerando o acordo interno alcançado dentro do Patriarcado sobre os procedimentos de eleição do novo Patriarca. Na sua intervenção, Paylan faz referência também à plena compatibilidade entre o procedimento em andamento e as disposições jurídicas internacionais que regulamentam a vida interna das comunidades religiosas minoritárias presentes na Turquia depois do fim do Império otomano.<br />Na realidade, por trás da carta do vice-governador de Istambul se entrevê também a permanência de divisões internas dentro do Patriarcado armênio de Constantinopla: segundo fontes armênias consultadas pela Agência Fides, o Arcebispo Aram Ateshyan – que desde 2008, depois que a doença do Patriarca se manifestou, cumpriu as funções de Vigário patriarcal geral – considera a carta do vice-governador um elemento a ser levado em consideração, e que coloca em discussão a legitimidade do processo eleitoral iniciado depois da cúpula de Erevan. Ateshyan continua, de fato, exercitando as funções de Vigário patriarcal geral, e não parece disposto a cedê-las ao Arcebispo Karekin Bekdjian, eleito Locum Tenens. .Tue, 21 Mar 2017 22:35:00 +0100AMÉRICA/MÉXICO - “Deixar as armas definitivamente”, pede Dom Arizmendihttp://fides.org/pt/news/61965-AMERICA_MEXICO_Deixar_as_armas_definitivamente_pede_Dom_Arizmendihttp://fides.org/pt/news/61965-AMERICA_MEXICO_Deixar_as_armas_definitivamente_pede_Dom_ArizmendiSan Cristóbal de Las Casas – O Bispo de San Cristóbal de Las Casas, Dom Felipe Arizmendi Esquivel, depois da missa de domingo passado, 19 de março, pediu uma solução definitiva ao conflito na região. Embora o município de Chenalhó apresente uma calma aparente, a região continua vivendo um clima de insegurança, a ponto de suspender as aulas nas escolas . Eis o motivo pelo qual Dom Arizmendi Esquivel reiterou a necessidade de encontrar uma solução, mas enquanto isso pediu que deixem as armas definitivamente: "Vocês as podem enterrar ou destruir, mas devem desaparecer, porque não se pode continuar matando as pessoas assim". "É uma situação que preocupa todos, sabemos que as armas existem, estão escondidas, porque quando há um confronto aparecem do nada e não podemos continuar assim, vendo tanto sangue", disse o Bispo. Na semana passada, os catequistas da paróquia San Pedro Chenalho advertiram o Bispo para as divisões existentes na região. "Não podemos viver assim – comentou Dom Arizmendi -, comunidades contra comunidades, bairro contra bairro, é hora de pensar a viver em paz como um só povo".<br /> Tue, 21 Mar 2017 22:34:27 +0100AMÉRICA/ARGENTINA - Em Bariloche, mais de 12 mil crianças pobreshttp://fides.org/pt/news/61964-AMERICA_ARGENTINA_Em_Bariloche_mais_de_12_mil_criancas_pobreshttp://fides.org/pt/news/61964-AMERICA_ARGENTINA_Em_Bariloche_mais_de_12_mil_criancas_pobresBariloche – Um grupo de organizações sociais do Movimento para a Infância de Bariloche, pequena cidade na Patagônia norte-ocidental aos pés dos Andes, divulgou um comunicado no qual manifesta a própria contrariedade à proposta do Governo nacional de abaixar a maioridade penal dos adolescentes. Entre os dados divulgados sobre a situação na cidade, emerge que quase 40% dos adolescentes abandonam a escola do ensino médio antes de conclui-la e que das quase seis mil crianças que nascem todos os anos, 600 terão problemas de moradia, além de problemas sociais ou econômicos. Na cidade, vivem mais de 12 mil meninos, meninas e adolescentes abaixo do nível de pobreza. Destes, quatro mil são indigentes. Além disso, Bariloche está no topo da lista de denúncias por droga na Província e a venda nos bairros frequentemente é o primeiro e único trabalho dos jovens que permanecem impunes e protegidos pelos grupos criminosos. <br />“Os adolescentes não são perigosos. Estão em perigo! Bariloche não deve diminuir o limite da maioridade penal dos adolescentes!”, destaca o comunicado assinado pelo Movimento. <br /> Tue, 21 Mar 2017 22:33:45 +0100AMÉRICA/COLÔMBIA - “É impossível viver aqui”: afirma Dom Garcia ao denunciar a violência no Alto Baudòhttp://fides.org/pt/news/61963-AMERICA_COLOMBIA_E_impossivel_viver_aqui_afirma_Dom_Garcia_ao_denunciar_a_violencia_no_Alto_Baudohttp://fides.org/pt/news/61963-AMERICA_COLOMBIA_E_impossivel_viver_aqui_afirma_Dom_Garcia_ao_denunciar_a_violencia_no_Alto_BaudoChocò – "Não se aplaca a violência no Alto Baudò. As comunidades que vivem perto dos rios Baudò e San Juan vivem uma grave crise humanitária, e muitos começaram a fugir", declara Dom Julio Hernando García Peláez, Bispo de Istmina-Tadó, perto da costa colombiana do Pacífico. As comunidades da região, informa uma nota enviada a Fides pela Conferência Episcopal, estão em meio ao fogo cruzado e pedem uma "trégua humanitária" como solução à violência que domina a região.<br />Cerca de 500 pessoas das comunidades afrodescendentes de Peña Azul, Apartado, Boca de Leon, Cocalito e Amparradó, e também o grupo das comunidades indígenas de Geandó, Vacal e Puerto Peña, estão praticamente prisioneiras do medo e da angústia provocadas pelos confrontos permanentes entre os grupos armados do crime organizando e os narcotraficantes.<br />"Trata-se de um povo tradicionalmente pacífico, mas nos últimos anos perdeu a paz. A guerra, a angústia, a desconfiança e os mortos atingem a população civil, sobretudo mulheres e crianças”, disse o Bispo, falando a um grupo de jornalistas e agentes da mídia. Dom García Peláez explicou que as comunidades, tomadas pelo medo, fugiram para outras cidades em que não há nada, nem trabalho nem comércio, e isto está criando uma grave crise humanitária. "Nós não estamos preparados de modo adequado para enfrentar essas emergências”, lamentou, pedindo a presença urgente do Estado e as garantias para que as pessoas voltem a seus territórios.<br /> Tue, 21 Mar 2017 22:33:05 +0100VATICANO - O Papa recebe o Presidente de Ruanda: dor pelo genocídio e pelas faltas da Igrejahttp://fides.org/pt/news/61968-VATICANO_O_Papa_recebe_o_Presidente_de_Ruanda_dor_pelo_genocidio_e_pelas_faltas_da_Igrejahttp://fides.org/pt/news/61968-VATICANO_O_Papa_recebe_o_Presidente_de_Ruanda_dor_pelo_genocidio_e_pelas_faltas_da_IgrejaCidade do Vaticano – Segunda-feira, 20 de março, o Santo Padre Francisco recebeu em audiência o Presidente da República de Ruanda, Paul Kagame, que sucessivamente encontrou o Secretário de Estado, Card. Pietro Parolin, e o Secretário para as Relações com os Estados, Dom Paul Richard Gallagher.<br />Como informa o comunicado divulgado pela Sala de imprensa da Santa Sé, durante o entro foram recordadas as boas relações existentes entre a Santa Sé e Ruanda. Foi elogiado o significativo caminho de recuperação para a estabilização social, política e econômica do país. Foi relevada a colaboração entre o Estado e a Igreja local na obra de reconciliação nacional e de concretização da paz, em benefício de toda a Nação. Neste contexto, o Papa manifestou a dor sua, da Santa Sé e da Igreja pelo genocídio contra os tutsis, expressou solidariedade às vítimas e a todos os continuam a padecer as consequências daqueles trágicos eventos. Em linha com o gesto realizado por São João Paulo II durante o Grande Jubileu de 2000, renovou a imploração de perdão a Deus pelos pecados e faltas da Igreja e de seus membros, como sacerdotes, religiosos e religiosas que cederam ao ódio e à violência, traindo a sua missão evangélica. O Papa também auspiciou que este humilde reconhecimento das falhas cometidas naquela circunstância, que infelizmente deturparam o rosto da Igreja, contribua, à luz do recente Ano Santo da Misericórdia e do Comunicado publicado pelo Episcopado ruandês por ocasião de seu encerramento, a “purificar a memória” e a promover com esperança e nova confiança um futuro de paz, testemunhando que é concretamente possível viver e trabalhar juntos, colocando no centro a dignidade da pessoa humana e o bem comum”. <br />Segundo dados apurados na época pela Agência Fides, no genocídio de 1994 foram registradas 248 vítimas dentre os agentes pastorais da Igreja, incluindo cerca de quinze mortos em consequência de maus-tratos, carência de cuidados médicos e os desaparecidos.<br />Perderam a vida em Ruanda, em 1994: 3 Bispos e 103 sacerdotes , 47 irmãos de 7 institutos , 6 Maristas, 4 irmãos da Santa Cruz, 3 irmãos da Misericórdia, 2 Beneditinos e 1 irmão da Caridade). <br />As 65 religiosas pertenciam a 11 institutos: 18 irmãs Benebikira, 13 irmãs do Bom Pastor, 11 irmãs Bizeramariya, 8 irmãs Beneditinas, 6 irmãs da Assunção, 2 irmãs da Caridade de Namur, 2 Dominicanas Missionárias da África, 2 irmãs da Caridade, 1 respectivamente das Auxiliadoras, de Notre Dame du Bon Conseil e das Pequenas irmãs de Jesus. A estas, somam-se pelo menos 30 leigas de vida consagrada de 3 institutos e 20 Auxiliárias do Apostolado, 8 do Instituto “Vita et Pax” e 2 do Instituto São Bonifácio). <br />Tue, 21 Mar 2017 18:37:17 +0100ÁFRICA/RD CONGO - “Em 27 de março, a assinatura do acordo para criar o novo governo” anuncia Dom Ambongohttp://fides.org/pt/news/61967-AFRICA_RD_CONGO_Em_27_de_marco_a_assinatura_do_acordo_para_criar_o_novo_governo_anuncia_Dom_Ambongohttp://fides.org/pt/news/61967-AFRICA_RD_CONGO_Em_27_de_marco_a_assinatura_do_acordo_para_criar_o_novo_governo_anuncia_Dom_AmbongoKinshasa – Segunda-feira, 27 de março, será assinado o acordo para a atuação dos acordos de São Silvestre, que dará à República Democrática do Congo um governo de unidade nacional que deve preparar as eleições políticas e presidenciais até o fim deste ano.<br />É o que anunciou Dom Fridolin Ambongo, Arcebispo de Mbandaka-Bikoro e Vice-Presidente da CENCO, a Conferência Episcopal congolesa que é mediadora entre maioria e oposição.<br />“Fizemos um bom trabalho” declarou Dom Ambongo na conclusão da reunião realizada ontem, 20 de março, no centro interdiocesano de Kinshasa. “Abordamos a maior parte dos tópicos na ordem do dia. Fizemos propostas sobre a questão da presidência e convidamos as partes a refletirem sobre isto”. Os pontos em debate se referem à presidência do Conselho nacional de monitoração do acordo, que com base no entendimento de 31 de dezembro, deveria ter sido atribuída ao falecido Etienne Tshisekedi, líder da União da oposição. Depois da morte de Tshisekedi, alguns partidos da oposição não incluídos na União pedem para que se renegocie a atribuição deste cargo. Para solucionar a questão, Dom Ambongo anunciou que amanhã haverá uma nova reunião. <br />Outro tópico em debate refere-se ao modo de designação do Primeiro-Ministro proveniente da União da oposição. A maioria presidencial deseja que o Premiê seja escolhido dentre um trio de nomes selecionados pela União, que no entanto, quer apresentar apenas um nome. <br />Tue, 21 Mar 2017 18:36:29 +0100ÁFRICA/RD CONGO - Ampla participação no aniversário da morte de pe. Machozi; luz sobre os três assuncionistas sequestrados?http://fides.org/pt/news/61969-AFRICA_RD_CONGO_Ampla_participacao_no_aniversario_da_morte_de_pe_Machozi_luz_sobre_os_tres_assuncionistas_sequestradoshttp://fides.org/pt/news/61969-AFRICA_RD_CONGO_Ampla_participacao_no_aniversario_da_morte_de_pe_Machozi_luz_sobre_os_tres_assuncionistas_sequestradosKinshasa - “Cidade morta” em Butembo no primeiro aniversário do assassinato do pe. Vincent Machozi, sacerdote assuncionista, que denunciava a exploração ilegal de coltan na região . Pe. Machozi foi morto na noite de 20 de março de 2016 na aldeia de Vitungwe-Isale, a 15 km de Butembo, no território de Beni .<br />Toda a população de Butembo suspendeu suas atividades para participar da homenagem ao corajoso sacerdote, animada pelo clube “Amigos de pe. Vincent” que apresentou um vídeo sobre os feitos do padre. A missa de sufrágio foi celebrada na paróquia Lyambo de Kalemire.<br />Entretanto, parece haver uma luz para o caso do desaparecimento de três padres assuncionistas de nacionalidade congolesa: Jean-Pierre Ndulani, Anselme Wasikundi e Edmond Bamutute, desaparecidos na noite de 19 de outubro de 2012 da paróquia Notre-Dame des Pauvres de Mbau, a 22 km de Beni. No processo em curso em Beni contra Mwami Bolembo Kanzira, chamado Radjabu, um dos líderes das ADF , o grupo de origem ruandesa responsável pelo sequestro, emergiu que os três religiosos teriam sido sequestrados por terem recebido, de modo acidental, uma soma de dinheiro destinada às ADF.<br />Segundo declarado pelo próprio comandante rebelde, um pacote com dinheiro destinado à ADF foi levado em helicóptero, talvez pela MONUSCO de Kamango e jogado em um campo nas redondezas de Mbau, onde deveria ter sido recuperado pelos guerrilheiros. Uma camponesa o recolheu por acaso e o levou à paróquia, para guardá-lo, à espera que os proprietários fossem encontrados. Mas os guerrilheiros, ao saber do ocorrido, decidiram sequestrar os sacerdotes para recuperar o dinheiro. O comandante das ADF não especificou o destino dos três assuncionistas. Seu relato, no entanto, deve ser verificado e a corte de Beni ainda não concluiu seus trabalhos. <br /><br />Tue, 21 Mar 2017 18:35:43 +0100ÁFRICA/ETIÓPIA - Compartir significa evangelizar: um terço para a missão na região somalihttp://fides.org/pt/news/61962-AFRICA_ETIOPIA_Compartir_significa_evangelizar_um_terco_para_a_missao_na_regiao_somalihttp://fides.org/pt/news/61962-AFRICA_ETIOPIA_Compartir_significa_evangelizar_um_terco_para_a_missao_na_regiao_somaliGode – Mais de um ano sem água, o gado morto ao longo das estradas de barro, pessoas mortas cotidianamente por causa da cólera, sem medicamentos e médicos, sem nenhum termômetro para mediar a febre, enquanto temperatura passa de 45 graus. O cenário descrito é o da região somali da Etiópia . Dentre as iniciativas promovidas para esta emergência, #AyunoXti convida a rezar um terço comunitário no próximo dia 22 de março pela missão de misericórdia do padre Christopher Hartley, missionário espanhol que vive desde 2008 em Gode, nesta área entre a Etiópia e a Somália. “Nós temos água, remédios, alimentos, e nos deixamos levar pelo consumismo e pelas comodidades. Ali, milhares de pessoas morrem porque não têm um copo de água. Rezemos para que Deus lhe dê força, sensibilize o Ocidente com a oração intensa e ofertas materiais”, consta no apelo.<br />Ao convite à oração se une a mensagem de agradecimento que o próprio padre Christopher enviou às pessoas que ajudaram. “Queridos amigos, obrigado por sua extraordinária generosidade. Ontem pude acompanhar o primeiro carro-pipa com água na primeira aldeia indicada pelo Governo” revela à Fides. “O vilarejo se encontra a 70km de Gode e tem 4.500 moradores. Não consigo descrever a emoção e a alegria das pessoas, que continuavam a dizer: ‘Abba, Ebbe, Xakubarakeyo’ . Hoje, irei a outra aldeia e assim durante toda a semana. Cada caminhão leva 24 mil litros de água. Peço-lhes somente que continuem a rezar intensamente por nós a fim de que a Igreja continue sendo mãe em meio a este pobre território africano” conclui pe. Christopher.<br /> <br />Tue, 21 Mar 2017 18:34:16 +0100ÁFRICA/EGITO - Na visita do Papa, os agentes de turismo egípcios querem promover o “Caminho da Sagrada Família”http://fides.org/pt/news/61970-AFRICA_EGITO_Na_visita_do_Papa_os_agentes_de_turismo_egipcios_querem_promover_o_Caminho_da_Sagrada_Familiahttp://fides.org/pt/news/61970-AFRICA_EGITO_Na_visita_do_Papa_os_agentes_de_turismo_egipcios_querem_promover_o_Caminho_da_Sagrada_FamiliaCairo - A visita do Papa Francisco é uma ocasião propícia para valorizar o Egito como meta de peregrinações cristãs e o turismo religioso, divulgando ao mundo principalmente as iniciativas e medidas lançadas com as políticas nacionais do turismo, relançam os itinerários relacionados ao “Caminho da Sagrada Família”. A sugestão é dirigida às autoridades egípcias por empresários do turismo, como Dina Tadros, agência especializada na organização de peregrinações a lugares cristãos no Egito. Em pronunciamentos feitos à imprensa egípcia, a empresária aconselha levar em consideração esta perspectiva na definição do programa da viagem papal. Sua ideia seria incluir uma breve visita do Papa a um local recentemente incluído nos novos itinerários de peregrinação patrocinados pelo ministério do turismo, que coordenado por Hisham el Demeiri financiou, no Cairo, o restauro da igreja da gruta Abu Sarga, que remonta ao século V e construída, segundo a tradição local, no lugar onde a Sagrada Família descansou antes de iniciar a viagem de volta à Palestina. <br />O relançamento do “Caminho da Sagrada Família” – itinerário de peregrinações nos lugares que, segundo tradições milenárias, foram atravessados pela Sagrada Família durante seu exílio no Egito – está há tempos no centro de propostas e debates envolvendo políticos e agentes de turismo egípcios. No início de 2017 Al Abdel Aal, Presidente da Câmera dos representantes egípcia, durante uma visita aos escritórios do Patriarcado copta, reafirmou que a valorização do projeto turístico segundo os percursos realizados por José, Maria e o Menino Jesus no Egito interessa e envolve todos os egípcios, não apenas os cristãos. <br />As declarações do Presidente do Parlamento egípcio foram respondidas rapidamente por Moataz Sayed, vice-presidente da Associação de guias turísticos do Egito, que observou que até agora, as promessas dos políticos sobre a valorização do “caminho” não tiveram desenvolvimentos concretos, não obstante os compromissos assumidos no passado por ministros e premiês, a partir de Ibrahim Mahalab, Primeiro-Ministro egípcio de março de 2014 a setembro de 2015. <br />As primeiras propostas de valorização, mesmo em chave turística, do “Caminho da Sagrada Família” datam de vinte anos atrás. No final de 2016, relataram fontes locais consultadas pela Agência Fides, uma comissão para o relançamento do Caminho da Sagrada Família foi constituída no Ministério egípcio do Turismo, presidido por Hisham el Demeiri.<br />Segundo os defensores da iniciativa, a valorização turística do “Caminho da Sagrada Família” poderia aumentar a quota anual de turistas no Egito por pelo menos um milhão de unidades, com peregrinações concentradas especialmente no Tempo do Natal. Dois anos atrás foi identificado o caminho ideal da peregrinação nas pegadas da Sagrada Família no Egito, que deveria começar da cidade de Al-Arish - cidade situada no norte do Sinai que recentemente se tornou palco de violência contra os coptas alvo de grupos jihadistas – para depois se dirigir para o delta e Wadi Natrun, e chegar a Assiut e ao Mosteiro da Virgem Maria, conhecido como o Mosteiro de Al-Muharraq. <br /><br />Tue, 21 Mar 2017 18:33:37 +0100